Apague as luzes, coloque o seu melhor headset e prepare o coração. O ano de 2026 já nos presenteou com grandes lançamentos, mas poucos carregavam o peso e a expectativa do novo título da Capcom. Após dissecar cada canto escuro do mapa, o Blog KaBuM! traz o nosso review de Resident Evil Requiem definitivo.
A franquia que definiu o survival horror precisava provar que ainda consegue inovar após os aclamados remakes e o encerramento da saga de Ethan Winters. A promessa era gigantesca: unir o terror claustrofóbico das raízes da série com um salto tecnológico absurdo nos PCs e consoles de nova geração.
Nós testamos o jogo à exaustão, cruzamos os dados de performance e mergulhamos no pesadelo para responder à pergunta que não quer calar: afinal, a nova aposta da Capcom justifica o investimento?
O que você precisa saber sobre Resident Evil Requiem:
Visual Absurdo: O jogo é um marco técnico. Nos PCs, a implementação de Path Tracing eleva o fotorrealismo a um nível assustador, criando sombras e reflexos que afetam diretamente o gameplay.
Gameplay Equilibrado: A Capcom encontrou a fórmula perfeita entre a ação frenética (estilo RE4) e o terror psicológico de gerenciamento de recursos (estilo RE7). Cada bala conta.
Desempenho: Enquanto os consoles rodam o jogo com fluidez impecável em modos de desempenho (60 FPS), tentar rodar o jogo no PC com tudo no máximo exigirá um hardware de ponta.
Vale a pena? Sim. É um dos títulos mais imersivos e assustadores da última década, sendo compra obrigatória para fãs do gênero.
A evolução visual: RE Engine abraça o Path Tracing
O primeiro grande choque ao iniciar a campanha não é um zumbi pulando na tela, mas sim a fidelidade gráfica. A famosa RE Engine passou por uma atualização massiva, e o resultado é de cair o queixo, especialmente para a comunidade da “Master Race”.
O grande protagonista técnico deste review de Resident Evil Requiem é a iluminação global via Path Tracing (o nível mais avançado do Ray Tracing). O jogo utiliza a luz não apenas como estética, mas como mecânica de terror. Entrar em um corredor iluminado apenas pela chama vacilante de um isqueiro, vendo as sombras dos inimigos se distorcendo na parede em tempo real, gera uma tensão indescritível.
No entanto, essa beleza tem um custo. Para rodar o jogo no PC com o Path Tracing no Ultra e manter uma taxa de quadros competitiva, tecnologias de upscaling como o DLSS 3 (com Frame Generation) são absolutamente obrigatórias. Placas de vídeo de gerações passadas vão suar frio para entregar 60 FPS nas configurações máximas.
Se você sentiu que o seu computador engasgou só de ler os requisitos gráficos do jogo, saiba que a escolha dos componentes certos fará toda a diferença. Confira nosso guia de como montar um PC para jogar Resident Evil Requiem. E se você já tem um setup pronto, mas gostaria de dar aquele upgrade, você pode conferir a nossa categoria de Placas de Vídeo.

O retorno ao Survival Horror raiz
Deixando os gráficos de lado, como o jogo se comporta no controle? A resposta curta é: magistralmente.
Um ponto unânime durante nosso review de Resident Evil Requiem é que a Capcom aprendeu com os pequenos excessos de ação do passado. O gameplay de Requiem força o jogador a pensar de forma tática. O inventário é extremamente limitado nas primeiras horas, e o famoso “gerenciamento de maleta” volta a ser o seu melhor amigo (ou o seu pior pesadelo).
A exploração e a resolução de puzzles (quebra-cabeças) voltaram a ter um peso enorme. Você precisará explorar o mapa estilo Metroidvania, decorando portas trancadas e voltando após encontrar a chave certa, algo que os fãs mais puristas da franquia vão aplaudir de pé.

Tabela técnica: O raio-x do jogo
Para facilitar a sua decisão antes de fechar a compra, resumimos os principais dados técnicos e a nossa avaliação neste review de Resident Evil Requiem:
Característica |
Detalhes e Avaliação |
| Desenvolvedora / Engine | Capcom / RE Engine (Atualizada) |
| Gênero | Survival Horror / Ação em 3ª Pessoa |
| Duração da Campanha | 15 a 18 horas (Apenas História) | +25 horas (Exploração 100%) |
| Performance nos Consoles | Modo Qualidade (4K/30FPS) e Modo Desempenho (1440p/60FPS). |
| Destaque no PC | Suporte total a Path Tracing, DLSS 3, FSR 3 e Ultrawide. |
| Nota do Blog KaBuM! | 9.5 / 10 – Um clássico instantâneo do terror. |
O pesadelo vale o preço?
Com base em nosso review de Resident Evil Requiem, se você estava em dúvida se o jogo era apenas mais um “mais do mesmo”, pode ficar tranquilo. A Capcom entregou uma carta de amor aos fãs de survival horror.
O título justifica o preço de lançamento por ser uma experiência completa, densa, sem microtransações predatórias e com um fator replay (jogar novamente) altíssimo, típico da franquia, incentivando você a buscar os rankings mais altos (S+). É um jogo que vai te assustar, te desafiar e, principalmente, te impressionar visualmente.
Você pode garantir a sua cópia de RE 9 no KaBuM!, e mergulhar no terror dessa franquia incrível.
Confira abaixo o trailer mais recente, onde também falamos sobre nesse artigo.
FAQ – Perguntas Frequentes
Quer saber ainda mais sobre nosso Review de Resident Evil? Então veja mais essas perguntas e respostas em nossa FAQ
Vale a pena comprar o Resident Evil Requiem?
Sim, vale muito a pena. O jogo é considerado um dos melhores da franquia, equilibrando perfeitamente o terror psicológico com a mecânica de combate. Se você gostou dos remakes de Resident Evil 2 e Resident Evil 4, a experiência em Requiem é compra obrigatória.
O jogo é em primeira ou terceira pessoa?
Ao contrário de Resident Evil 7 e Village (que focavam na câmera em primeira pessoa), Resident Evil Requiem retorna ao formato consagrado de câmera sobre o ombro (terceira pessoa), oferecendo uma visão mais cinemática do seu personagem e dos combates.
Resident Evil Requiem é pesado para rodar no PC?
Se você pretende jogar com as configurações básicas ou no médio, a RE Engine continua muito bem otimizada. No entanto, se o seu objetivo é ativar o Path Tracing (Iluminação Global avançada) e texturas no Ultra, o jogo se torna extremamente pesado, exigindo placas de vídeo de última geração e o uso de tecnologias de upscaling, como o DLSS.
Preciso ter jogado os anteriores para entender a história?
Embora Requiem traga conexões e referências profundas à “Lore” geral da Umbrella e aos incidentes anteriores, a campanha foi desenhada para funcionar como um excelente ponto de entrada. Novos jogadores conseguirão entender a ameaça atual sem precisarem de uma enciclopédia da franquia, embora os fãs antigos capturem muito mais segredos.
