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Empresas relacionadas a criptomoedas são perseguidas na China

Banco Central da China encerra atividades de empresa suspeita de desenvolver softwares para transação de criptomoedas

Recentemente, algumas províncias da China chamaram a atenção ao proibir atividades envolvendo a mineração de criptomoedas. Já nesta semana, mais uma vez, a China deu provas de que realmente está tentando combater ao máximo este tipo de atividade.

Na rede social Weixin, o Banco Central da China realizou uma publicação na terça-feira (6) para informar que encerrou as atividades de uma empresa chamada Beijing Qudao Cultural Development, que é suspeita de desenvolver softwares para transações de criptomoedas.

Comunicado traduzido do Banco Central da China referente a criptomoedas
Reprodução: Weixin

Além de comunicar o encerramento das atividades da empresa, o banco também aproveitou a oportunidade para passar o recado a outras instituições não tentarem seguir o mesmo caminho de investir em criptomoedas ou até de fornecer suas instalações para isto.

Com isso, as autoridades acreditam que possam proteger os bens considerados públicos, além de não deixar as pessoas se arriscarem com negócios perigosos e dificeis de serem rastreados.

China realizou prisões em junho por conta de criptomoedas

No mês de junho deste ano, o ministro da segurança pública do país havia informado que autoridades estavam atrás de aproximadamente 170 grupos criminosos relacionados à mineração de criptomoedas. Assim, em uma ação realizada pela polícia, pelo menos 1.100 pessoas acabaram sendo presas por estarem ligadas com este tipo de atividade.

Não somente por estas ações, vale lembrar que em junho o Bitcoin chegou a ser negociado por US$ 29.827,24. Em abril, a criptomoeda era negociada por 63 mil dólares.

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