Início For Gamers Sony cobra 25 mil dólares por destaque de indies na PS Store

Sony cobra 25 mil dólares por destaque de indies na PS Store

Acusação foi feita por fundador de estúdio independente; segundo ele, Sony ainda exige pagamento sobre vendas

Embora a Sony tenha progredido muito na proximidade com os estúdios e desenvolvedores indie ao seguir um pouco caminho que a Microsoft trilhou lá no passado, com o Xbox 360, a relação da dona do PlayStation com essa comunidade está longe de ser perfeita. Bem longe.

O assunto ganhou relevância nas últimas semanas, quando o fundador da desenvolvedora independente Neon Doctrine foi ao Twitter para acusar a Sony de uma prática considerada abusiva: exigir grandes quantias em dinheiro para divulgar os indies em sua plataforma.

Sony vs indies

Iain Garner não diz com todas as palavras o nome da japonesa, mas fica claro de quem ele está falando pelos termos utilizados. “Aqui vai um fio sobre a Plataforma X. Não definirei a Plataforma X, mas ela é dona de um console muito popular que não possui Game Pass”, dispara.

No fio – como são chamadas as sequências de postagens na rede social –, o dev explica que não basta criar um bom jogo para ter sucesso no ecossistema PlayStation. Segundo ele, a Sony não oferece nenhum suporte ou ferramentas para gerenciamento dos indies em sua loja virtual.

Em seu desabafo, ele explica que, se um desenvolvedor independente quiser fazer uma promoção com seu título, precisa superar uma série de obstáculos e “implorar” para o pessoal da empresa para que isso aconteça.

Isso não é tudo

Supostamente, esse fator nem é o pior de toda a situação. Garner afirma que, para um indie ter destaque entre tantos outros disponibilizados no ecossistema PlayStation, é preciso pagar US$ 25.000 (pouco mais de R$ 130 mil) adiantados e repassar 30% do valor de todas as suas vendas.

Com isso, o fundador da Neon Doctrine especula que os clientes da PS Store acabam tendo as piores ofertas entre todo o público gamer, já que os desenvolvedores ficam travados atrás de barreiras e pagamentos que, teoricamente, não existem em outras plataformas.

Fonte: Eurogamer

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