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Entenda por que a Apple parece não ser afetada por falta de chips

Relatório explica que proximidade da Apple com parceiros garantiu uma reserva considerável de chips em relação a concorrentes

Enquanto fabricantes de videogames, empresas de hardware e companhias especializadas em smartphones lutam para conseguir chips para seus produtos, a Apple parece seguir incólume aos problemas de fornecimento que assolam o setor de semicondutores. Como ela consegue isso? Com planejamento e uma boa dose de negociação.

Pelo menos é o que mostra um relatório obtido pela PCMag, indicando que o processo metódico de produção – e a relação próxima com parceiros – da gigante de Cupertino está se pagando nesse momento tão delicado da indústria.

Menos impacto para a Apple

Embora houvesse uma esperança que a baixa oferta de chips no mercado se revertesse no futuro próximo, diversos indícios e relatos de executivos da área de tecnologia indicam que isso não deve acontecer tão cedo.

Isso faz com que gigantes como a Nvidia precisem repensam a produção de suas GPUs, Microsoft e Sony lutem para atender a demanda por seus Xbox Series X/S e PlayStation 5, e marcas como Samsung e OnePlus comecem a sentir na pele a escolha entre produzir celulares de entrada ou focar os poucos recursos disponíveis em flagships.

Reprodução: Laura Ockel/Unsplash

No meio disso tudo, a Apple segue oferecendo seus smartphones do ano passado em grande quantidade e se prepara para lançar a família iPhone 13, novos iPads e linhas atualizadas de seus iMac e MacBook Pro.

Sim, a empresa comandada por Tim Cook alertou que sua produção de dispositivos será menor que a esperada este ano – e possivelmente no próximo –, mas não o suficiente para trazer problemas ao catálogo da Apple.

Amigos e parceiros

De acordo com o portal Wave7, isso acontece porque a empresa da Maçã se antecipou a falta de suprimentos no setor e reservou junto aos fabricantes de semicondutores linhas de produção inteiras de chips para os próximos meses.

Parece que o relacionamento próximo – e, às vezes, até mesmo tirânico – com seus fornecedores asiáticos ao longo de anos, aliado às quantidades elevadas de chips reservados para a produção de celulares, tablet e computadores, garantiram à Apple uma prioridade na oferta dos materiais.

A dúvida que fica no ar é: se as coisas não se normalizarem até 2022 em diante, será que essa amizade forte se mantém?

Fonte: TechSpot

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